-IGUAL AO CORPO, DEVEMOS ALIMENTAR O NOSSO ESPÍRITO...

-IGUAL AO CORPO, DEVEMOS ALIMENTAR O NOSSO ESPÍRITO...

Meditação: O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus. (Filipenses 4:19)

Pensamento: Nosso corpo necessita de comida diária, e nosso espírito também.

Leitura: João 4:7-15.

 

Mensagem: Do nosso primeiro sopro de vida até o último, temos apenas algumas necessidades essenciais. Sem oxigênio, morreríamos em minutos. Precisamos de comida e água. Nossos corpos, quando cansados, exigem descanso. E quando o tempo está ruim, precisamos de abrigo. Assim, apesar de sermos criaturas necessitadas, nossas necessidades básicas são apenas algumas. Todavia, quando se trata dos nossos desejos, parece que não há limites. Realmente, toda a indústria de propaganda está empenhada em expandir as nossas 'necessidades'. Mas o que dizer das necessidades básicas, às quais não prestamos atenção? Que dizer da necessidade que temos do Pão da Vida e da verdadeira Água Viva de Deus? E de nossa necessidade de comunhão espiritual que nos dá força, esperança, paz e conforto? A vaga insatisfação que tantas pessoas experimentam é, na verdade, subnutrição e sede espiritual. Jesus falou a uma mulher samaritana a respeito da água que se tornaria 'uma fonte de água a jorrar para a vida eterna' (João 4:14). Jesus tinha o que ela realmente precisava - o que Pedro mais tarde chamou de 'palavras de vida eterna' (6:68). Nós temos ignorado as palavras de Jesus: 'Nem só de pão viverá o homem'? (Lucas 4:4). Falhamos em alimentar nossas almas diáriamente, com a palavra genuína (BÍBLIA SAGRADA); enquanto adquirimos o que queremos? 'Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas' (Mateus 6:33).

NB. Tenha o seu momento devocional diário, lendo principalmente nos quatro Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João; sempre pedindo ao seu autor Jesus, e ele lhe dará o entendimento. Muito cuidado com os falsos discipuladores, não se esqueça disso!

Fonte: Vernon C. Grounds

 

cem qu� ipK��Iido um pouco de paciência, um pouco mais de atenção e cuidado, teriam superado as dificuldades do momento e estariam hoje provando de um relacionamento saudável, maduro e bonito. No entanto, a pressa, a afoiteza egoísta e desumana, fizeram precipitar uma história, abortar um processo e destruir uma esperança.

 

 

A maioria dos nossos juízos são prematuros. Nossas avaliações não conseguem ir além de uma visão simplista e temporal. Com facilidade, colocamo-nos como modelo e paradigma sobre a vida dos outros e os classificamos a partir dos critérios que definimos para nós mesmos. Somos cegos para as particularidades e singularidades de cada um. Como resultado de tudo isso, tornamo-nos imediatistas e exigentes, ignorando a natureza única de cada pessoa e o que Deus está fazendo, pacientemente, na vida e na história daqueles que amamos.

 

Como pastor, em minha limitada experiência, se pudesse traduzir a angústia e aflição de adolescentes, jovens, cônjuges e amigos com quem tenho convivido e escutado em todos estes anos, diria que o que mais desejam é alguém que os ame de forma que sejam compreendidos. De alguém que lhes dê atenção, que pare para ouvir suas histórias, que se preocupe com eles, e não em defender idéias, conceitos e instituições. Alguém que lhes estenda a mão quando caírem, que não os condene precipitadamente e que os trate com humanidade e dignidade.

 

Paciência é uma virtude divina, um fruto do Espírito absolutamente indispensável na experiência espiritual pessoal e comunitária. É ela que nos possibilita caminhar sem sobressaltos, provar a graça de Deus sem o medo tão comum da rejeição e exclusão. Precisamos dela em nossas famílias e igrejas, principalmente num tempo em que a pressa, a impessoalidade e a cultura do descartável são tão intensas e desumanas. É por isso que Paulo, escrevendo aos filipenses, afirma: "Aquele que começou a boa obra em vós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus". A ação de Deus sobre nossas vidas é pessoal e tem um percurso próprio. Cabe a nós, corpo de Cristo, acolher com paciência uns aos outros e deixar Deus completar a sua obra.

 

"Paciência! Deus ainda não terminou sua obra em mim". Talvez seria bom colocarmos um adesivo destes em cada um de nós. Seria bom que os pais fossem lembrados disto toda vez que a atitude e reação dos seus filhos não corresponderem àquilo que esperam deles. Que os cônjuges também reconhecessem isto toda vez que o marido ou esposa não correspondessem à expectativa . Que a igreja levasse isto bem a sério, toda vez que olhasse para o lado e visse no outro uma obra inacabada. Que considerasse esta realidade na vida dos seus líderes e pastores. Sejamos pacientes: Deus, com sua infinita misericórdia, continua trabalhando.